Bem-vindos ao Thomas Sangster Brasil, sua mais nova fonte brasileira sobre o ator e músico Thomas Brodie-Sangster, mais conhecido por interpretar Jojen Reed na série original da HBO ''Game Of Thrones'' e também Newt, seu mais recente trabalho na trilogia ''Maze Runner”.
Thomas Sangster em entrevista para Empire Magazine, 2014
06.03.2018

Em papo com a Empire Magazine, Thomas Brodie-Sangster conta sobre o seu primeiro filme, sua inspiração, curiosidades e muito mais! A entrevista ocorreu no ano de 2014, mas só agora tivemos acesso. Confiram:

Qual foi o primeiro filme que você viu?

Fica entre Dumbo e/ou Mongli – O Menino Lobo. Minha mãe amava Mongli. Nós assistimos todos os clássicos, aqueles que foram desenhados á mão. Lembro-me de adorar Mongli. É lindo.

Qual foi o filme que te inspirou a entrar nessa área?

Gilbert Grape – Aprendiz de sonhador, especialmente a performance de Leonardo DiCaprio. Eu estava próximo da sua idade naquele tempo e isso me fez pensar: “Wow, ele está fazendo algo muito legal e só é um pouco mais velho que eu”.

Qual foi o último filme que fez você chorar de tanto rir?

Eu normalmente não choro de tanto rir mas lembro-me de uma vez que eu chorei de tanto rir com Team America – Detonando o Mundo. Eu gostei daquele discurso no final. Eu amo South Park. Matt Stone e Trey Parker são ótimos. Eles não tem medo de nada.

E qual foi o último filme que lhe fez chorar?

Eu chorei no filme Sociedade dos Poetas Mortos, naquela cena em que todos se levantam e fica em cima das cadeiras para o seu professor. Na escola, eu não tinha um professor que se parecia desta maneira então eu não pude me imaginar fazendo aquilo. Eu não sei. Me pegou de jeito. Não estava esperando chorar.

Qual foi o último filme que te assustou?

Minha namorada estava comigo então achei que iríamos assistir um filme romântico e então ela colocou Oldboy. Foi bem intenso.

Qual foi o último filme que te fez se arrepiar?

Foi em Sangue Negro. Tudo combinava, a atuação, a direção, o uso das cenas, da música, das cores para criar um filme realmente perturbador mas ao mesmo tempo completamente apaixonante.

Qual foi o último filme que te inspirou no sentindo fashion?

Estou dizendo muitos filmes do Leonardo DiCaprio mas Prenda-me se For Capaz. As roupas eram muito legais. Bem estiloso. Eu queria ser um piloto e ele estava vestido como um. Mas nas cenas domésticas ele usava cardigans, camisa de mangas curtas e colarinho. Eu amava a paleta de cores dos anos cinquenta. Era um filme muito bem vestido.

Qual foi o último filme que te ensinou uma habilidade de vida?

Nas grandes coisas que eu aprendi sobre os personagens ou comigo mesmo ou na história, em Simplesmente Amor, aprender como tocar bateria ou aprender como tocar violão com a mão oposta para Nowhere Boy. Talvez em O Poderoso Chefão, só para como estar bom em um terno. Como pegar essa perfeição italiana em termos de poder ficar bem vestido e se sentir confortável, tipo um terno poderoso.

Qual foi o último filme que você não para de pensar sobre?

Eu não conseguia parar de pensar em O Vencedor. Eu continuo falando disso com todo mundo. Eu conheci viciados antes, e o jeito que Christian Bale interpretou foi incrível. Eu acreditei nele cem porcento.

Qual foi o último filme que te surpreendeu?

Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum. Eu vi o trailer mas não parecia muito comigo. Eu não estava com muita vontade de ver mas a minha namorada e um grupo de seus amigos iam ver. Eu estava completamente errado. Amei muito. Achei muito leve, e foi refrescante ver um filme ser feito tão bem e tão simples sobre apenas a vida de um homem.

Qual foi o último filme que fez você querer baixar a trilha sonora?

Eu amei a trilha de O Gladiador, o que é um pouco óbvio, mas ainda sim brilhante.

Qual será o próximo filme que você verá?

Sr. Turner, eu gosto de Mike Leigh. Também como gosto de Timothy Spall e Turner. Estou muito animado. Também irei ver Êxodo: Deuses e Reis.

Qual foi o último filme que você viu e que desejou participar?

Eu acho que O Lobo de Wall Street iria ser muito divertido. Toda aquela diversão e as incríveis pessoas que fazem parte. Creio que seria ótimo fazer parte desse filme.

 

Tradução e Adaptação: Thomas Sangster Brasil.

 

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VAGAS ABERTAS – Entre para a equipe do Thomas Sangster Brasil!
25.02.2018

Estamos abrindo vagas na equipe do Thomas Sangster Brasil! Buscamos novos membros para nossa equipe que estejam dispostos a nos ajudar para o melhor funcionamento do fansite.

Antes de se inscrever, por favor, esteja ciente que é preciso comprometimento e responsabilidade.  As vagas são para Gallery Manager e Tradutores/Transcritores.  Leia os requisitos abaixo:

REQUISITOS PARA GALLERY MANAGER:

  • Conhecimento em Galeria Coppermine;
  • Disponibilidade para procurar fotos em boa qualidade;
  • Saber como tirar screencaptures de trailers, séries e outros.

REQUISITOS PARA TRADUTORES/TRANSCRITORES:

  • Domínio da língua inglesa;
  • Disponibilidade diária;
  • Excelente compreensão da língua portuguesa.

FORMULÁRIO:

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Onde te encontrar? (twitter/facebook…):
Como virou fã do Thomas? E porquê gostaria de entrar na equipe?

Você deve enviar para thomassangsterbr@gmail.com o formulário acima com os dados pedidos preenchidos. No campo “Assunto”, coloque a vaga que você quer.

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Thomas Brodie-Sangster comparece ao Newport Beach Film Festival 2018
16.02.2018

Créditos da imagem destacada.

Nesta quinta-feira, [15.02], Thomas Brodie-Sangster compareceu ao Newport Beach Film Festival 2018 em Londres, um festival de filmes. Além da sua presença no evento, Thomas foi homenageado com o prêmio Artista de Distinção. O Artista de Distinção é conhecido por sua contribuição para as artes, os empreendimentos filantrópicos e um compromisso de condução para suas artesãs para contar histórias únicas e ousadas.

Estamos bem orgulhosas do nosso nenê ♡

Confira as fotos:

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Em entrevista com a HeyUGuys

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Confira novas imagens de A Cura Mortal!
11.02.2018

Neste domingo, novas imagens de Maze Runner – A Cura Mortal foram divulgadas pela Amazon. As imagens estão contidas na mais nova edição do livro de A Cura Mortal. Confira:

INICIO > FILMES – MOVIES > 2014 – 2018: THE MAZE RUNNER > 2018 – A CURA MORTAL > IMAGENS PROMOCIONAIS > STILLS

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Maze Runner – A Cura Mortal já está em exibição nos cinemas.

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[EXCLUSIVO] Thomas Brodie-Sangster para a revista ‘Boys by Girls’
30.01.2018

A Equipe TSBR traduziu a entrevista completa de Thomas para a revista Boys By Girls [30/12/2017] em exclusividade só pra vocês, na qual Thomas fala da sua vida, seus gostos, Maze Runner, Godless e muito mais.

Antes de tudo gostaríamos de agradecer a quem nos deu a revista por completo e estamos muito gratas de agora poder compartilhar isso com vocês. A tradução e a adaptação foram feitas pela a nossa equipe, então caso repostem ou editem, deem os créditos.

Confira na íntegra —

Nós conversamos sobre o seu crescimento.

Sim, eu lembro de me tornar um adolescente e pensar: “Oh, se tornar um adolescente é um pouco desagradável,” eu realmente não queria me tornar um. Eu gostava de ser uma criança, e acho que eu mantive uma infância longa. Algo me assustava sobre crescer, e então, quando fiz 16 anos, as coisas na escola mudaram: todos cresceram fisicamente e mentalmente, também como sexualmente. Eu não estava muito interessado em me tornar um adolescente, mas ao mesmo tempo eu estava atuando profissionalmente em um ambiente de estúdio muito profissional, quanto os da escola não. Então isso me alienou um pouco – mas eu estava fazendo algo que realmente amava fazer. E também era uma forma de se expressar artisticamente, e eu estava conhecendo pessoas e viajando pelo mundo – muita coisa boa vem com o meu trabalho. E chegando perto dos vinte anos, onde não tem mais esse luxo de que você é um adolescente e pode fazer o que quiser, foi quando comecei a fazer mais perguntas.

Quais perguntas?

Grandes perguntas, como qual o significado da vida. As interessantes. Coisas que vão além da nossa vida física, o óbvio e tudo o que podemos ver.

E você achou alguma das respostas?

Não espero obter uma resposta exata. Eu espero gostar de fazer essas perguntas e também gostar de onde elas irão me levar. E também não espero encontrar uma resposta precisa e definitiva no final. Isso se torna diferente para cada pessoa.

Muitos atores com quem conversei que começaram a trabalhar durante a infância, dizem que tiveram de crescer rapidamente. Essa também foi a sua experiência? 

Eu segurei a minha infância por um bom tempo e eu gostava de ser uma, mas ao mesmo tempo eu sempre fui maduro para a minha idade. Como uma criança, eu odiava que falassem baixo comigo ou como uma criança, então foi legal estar em um ambiente onde eu pudesse ser tratado como uma pessoa e ter meu peso de ator no set. Também estava fascinado com o estúdio, departamento de câmera e de iluminação, com os adereços e a grande quantidade de tempo, esforço e recursos que se tem para filmar. Quando eu era criança por um longo tempo, também gosto de ser uma criança, mas na verdade, na verdade, tenho uma idade relativamente madura. Pensei que era um ambiente legal, eu realmente apreciei isso, e então tinha uma certa pressão para mim quando eles gritavam “Ação!” Tive que me esforçar para acompanhar esse pessoal. Isso me deu responsabilidade em uma idade jovem. Significa que eu cresci rápido, mas não via problemas nisso, eu queria isso! Mas mesmo assim, amava ir para casa, me sentar e brincar com meu LEGO.

Eu tenho uma teoria que qualquer pessoa que cresceu com LEGO é de alguma forma criativa. 

Sim, até agora eu acho que é o melhor brinquedo da história.

Como você se descreveria e que tipo de pessoa você é nesse momento?

Satisfeito e maravilhosamente perdido, penso eu.

Isso é bem poético e bonito.

Bem, obrigado! Estou bastante satisfeito com a minha vida presente e a sua futura direção. Também sinto que tenho um grande controle sobre isso, mas também aceito o chamado destino. Minha vida está atualmente em um ponto excelente, mas não vai durar muito, você sabe, esta é a vida humana. As tragédias podem vir e aparecer a qualquer momento, ou quando você acorda um dia, cheio de sentimentos terríveis por nenhuma razão, e você se sente miserável e chateado com você mesmo. Mas neste momento, me sinto bem, exceto por um resfriado.

O que achou da sua adolescência?

Com a idade de 15 a 18 anos, fiquei ainda menos interessado na escola. Também comecei a gostar de motocicletas, passei a gostar da sensação de liberdade e vulnerabilidade ao montar e pilotar uma motocicleta. Eu sentava na classe ansioso para montar na minha moto. É uma coisa masculina, Thomas. Bem, quando se trata disso, minha primeira moto foi uma motocicleta rosa brilhante, então também não é considerada masculina. Os garotos da escola não tinham certeza se era legal ou não. As meninas achavam que era um pouco fofo. Eu meio que gostei do fato de que ninguém sabia o que pensar. Depois disso, eu aprendi a reparar a moto, foi como se fosse meu LEGO modernizado. Estava usando minhas mãos e meu cérebro, ao mesmo tempo que não estava filmando. Aos 20, minha primeira relação surgiu, e junto com ela, todas as óbvias inseguranças e as coisas maravilhosas também.

O que faz você chorar? É uma pergunta aleatória, mas eu realmente quero perguntar.

Não muita coisa, mas isso não é por causa da masculinidade, eu meio que gosto de chorar, eu gosto daquele sentimento de derramar as lágrimas e como bizarro isso é. Rir também é estranho, mas eu tendo a rir muito mais que chorar.

Você acha que está ocorrendo mudanças na masculinidade?

Penso que sim, cada homem tem seu lado feminino. É importante você está em contato com isso, ou se não você irá se tornar literalmente um babaca.

A motocicleta rosa é um exemplo.

Sim! Também sinto que os homens da minha geração estão mostrando seu lado feminino. Eu gosto de pensar que agora as pessoas avaliam as outras por quem elas são antes de sair julgando. Eu só posso dizer pela área em que eu cresci em Londres, e eu sei que não é em todo lugar, mas eu tenho fé na humanidade e gosto de pensar que esse é o único jeito de ir em frente.

Vamos falar sobre Maze Runner e seu personagem Newt.

Tudo bem! Ele é uma pessoa com grande força de vontade, e também é bom em ver as pessoas pelo o que elas realmente são. Ele é um cara legal, ele nunca tenta ser hostil, e conhece a importância da amizade e do amor. Também penso que ele tem um lado trágico, na qual não tenho certeza se os filmes capturam isso, mas na minha cabeça sim.

Então você tende a inventar uma pequena história na sua cabeça para os seus personagens só para ir mais além? 

Sim, muito disso é correndo por aí, com a respiração ofegante e assustado o tempo todo, só para fazer as coisas ficarem bem mais interessantes.

Gosto dos filmes que têm alguns elementos de ficção científica. E como é que foi nesse filme?

Adoro filmar esse tipo de filme, eu me divirto muito. Eu realmente gosto do elenco e de toda a equipe por trás do filme. Eu estive filmando isso quando estava com 23 anos, e tenho 27 agora, então nós crescemos juntos. E agora terão dois bebês no set, e terão dois casamentos. Nós gravamos muitas cenas no Novo México, onde é muito seco, difícil de se locomover, e eles colocaram carros quebrados e tudo mais para parecer bem real.

Você e Dylan juntos me deixa muito animada.

Eu e Dyl? Me deixa animado também! Ele é um cara incrível – ele é hilário, absolutamente hilário. Às vezes ele parece um Jim Carrey mais jovem, incrivelmente profissional e quando chegar a parte de fazer o trabalho, ele é um dos atores mais esforçados que eu já conheci. Na nossa primeira cena juntos lembro-me de gostar realmente; foi ao redor da fogueira e ele havia acabado de chegar nesse cenário louco e nos sentamos perto de um tronco – eu estava bebendo e o fazendo se sentir bem. Foi a primeira vez que consegui fazer uma cena com ele, na qual lidera os nossos filmes. Foi incrível ver que ele sabe como se divertir e brincar mas também como atuar incrivelmente. Durante aquela cena, eu senti que a nossa relação ficou melhor. Atuar se vem duas maneiras; se você tem um bom ator ao seu lado, você é bom do mesmo jeito. Você da e recebe, o que é uma boa coisa.

Você está prestes a filmar o terceiro filme, o que podemos esperar disso?

Esta é a nossa segunda tentativa de filmagem do terceiro filme. E amanhã eu irei para a África do Sul. Eu não li a versão mais recente do script ainda, são os mesmos personagens, o mesmo cenário mas com uma missão de resgate. No final do segundo filme, um de nossos amigos é capturado pelo CRUEL, essa organização não muito legal, mas será um pouco diferente dessa vez. Vai parecer muito mais urbano moderno e tudo mais. Eu acho que é um ano depois, então deve mudar bastante. O primeiro filme para o segundo tem uma diferença de período muito pequena em relação a essa agora. Nossas relações estão definidas, nós estamos livres daquele ambiente fechado e do CRUEL e estamos vivendo com rebeldes por enquanto – nós estaremos com um melhor propósito e direção. Vai ser muito bom.

Você também filmou “Godless”, uma série de seis episódios da Netflix. O cenário da cidade onde é dominado por mulheres é muito atraente para mim.

Sim, eu li o roteiro antes e pensei: “Uau, isso é interessante”. Uma série de cowboy e se foca em uma cidade pequena no meio do nada. Um homem morre com um acidente qualquer. Foi como ser uma criança, aquela grande fantasia de se tornar um cowboy. Meu personagem é o Whitey Winn, ele é jovem, sarcástico, sujo – não toma muito banho – e o deputado da cidade. Ele carrega duas 45s e gosta de se mostrar com elas. Eu tive que aprender muito como manusear, então tem muito disso na série, também tem andar a cavalo e tudo mais que os cowboys fazem. Foi muito divertido e tinha um elenco incrível, as roupas eram fantásticas, os visuais e o set eram incríveis. Eu acho que vai ser muito clássico e interessante, e uma história diferente do velho oeste.  Foi divertido fazer parte disso. Vai sair em algum momento de 2017.

Você entrou na atuação muito jovem. Como isso afeta a mente jovem ao olhar do público?

Em primeiro lugar e até certo ponto de agora, é excitante. É incrível andar nas ruas, viajar pelo mundo, entrar em bares e ser reconhecido pelas pessoas – você consegue fazer amizades muito rápido. É um ótimo jeito de iniciar conversas. Eu tive conversas muito interessantes com pessoas que eu, provavelmente, não conversaria, e isso pode até brincar com seu ego, mas é claro que esse lado é bastante intrusivo, o que faz você estar constantemente consciente de si mesmo. Não é muito agradável caminhar pela rua se você não estiver com vontade de ser reconhecido, então mantenho a cabeça baixa. Eu odeio manter a cabeça baixa, as pessoas em Londres andam assim de qualquer maneira.

Teve um preço a pagar pelas coisas boas?

Eu acho. Quando eu era adolescente eu estava sempre fora, não me envolvia muito com o lado das festas, do tipo de cultura ‘Skins’. Mas os meus dias sempre são diferentes um dos outros, e eu amo isso. Ninguém, nem mesmo um colega, irá ter a mesma experiência que eu tive.

O que você faz para fugir disso?

Música, tocar e escutar. Motos. Eu corro com elas. É bom, porque uma vez que você põe o capacete acaba indo para o seu próprio espaço, você não é capaz de pensar em mais nada a não ser pela estrada na sua frente e o que pretende fazer com ela. Se tiver algo a mais na sua cabeça, se torna perigoso, então a corrida se torna boa para clarear a mente. E também é muito bom sentir o vento tocando seu rosto. E com música eu escuto tudo. Não sou muito exigente, contanto que tenha um sentimento por trás disso – e desde que isso signifique para aquela pessoa. Eles não têm que cantar bem, ou até mesmo tocar bem, mas se é feito verdadeiramente, então eu acho que se torna uma linguagem bem maior que a verbal.

Qual impacto você gostaria de fazer no mundo?

Eu fico pensando nisso. Eu amo aviões e motores, então seria muito legal fazer algo que mudaria completamente o mundo e em como viajamos dentro e além. Não tenho muita certeza do que seria.

Como um ator, meu chute principal é que eu pessoalmente saio do set e me imagino como um ser humano, então, se as pessoas gostam disso é realmente a cereja do bolo. Eu tento não pensar muito sobre isso, mas é bom quando as pessoas gostam do meu trabalho. Eu adoro isso, e se as pessoas são entretidas por isso, se elas passam por um dia de merda, se os faz sentir melhor depois de perder um emprego, ou se eles vão com uma namorada ou um namorado que eles gostariam e isso irá ajudá-los a ter um uma relação, isso é ótimo – eu ficaria feliz com isso.

Tradução & Adaptação: Thomas Sangster Brasil
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Thomas Sangster em entrevista exclusiva ao site HUFFSPOT
29.01.2018

Em entrevista exclusiva ao site HUFFSPOT, Thomas Brodie-Sangster fala sobre Game Of Thrones, Star Wars, Godless, Wes Ball e em como foi trabalhar com Dylan O’Brien. Confira a tradução feita pela nossa equipe:

Acho que vi um de seus parceiros de trabalho de “Maze Runner”, Will Poulter, chamá-lo de “Thomas Brodie-Gangster” em uma entrevista.

Era um apelido que eu tinha na escola. “Sangster” não passou despercebido de que rima com “gangster”, e eu provavelmente era eu a pessoa menos parecida com um gangster na escola, e é por isso que todos achavam isso bastante divertido. Então fiquei ouvindo esse nome por um bom tempo, mas até que eu gostava.

Por que você acha que era importante não romper este último filme de “Maze Runner” em dois, como outras franquias que fizeram?

Bem, [diretor Wes Ball] sempre disse isso, desde o primeiro filme, que se conseguíssemos fazer os três, ele só quereria fazer três. Ele não gosta da idéia de separar uma história e apenas alongá-la. Acho que ele gosta do ritmo de uma trilogia adequada. Algo sobre três ser apenas um tipo de trabalho. Eu sempre pensei que havia dois filmes do meio, [mas] os filmes do meio tendem a não ser tão bons de qualquer maneira.

Eu estava aguardando a esperança de que Newt sobrevivesse, mas então nós conseguimos uma cena de morte diferente da que está no livro. Mudou bastante?

Sim, mudou. Uma das primeiras coisas que fizemos, eu e Dylan O’Brien, quando desembarcamos, foi passar por essa coreografia de luta para essa cena. Então, nós meio que conseguimos isso e depois continuamos trabalhando. Wes realmente queria, e eu queria, também ficar nessa ida e volta de crank para a consciência humana real, e Newt transformar a luta em uma luta interna… tipo de luta contra o próprio controle, ao contrário de ser apenas uma outra sequência de luta com um zumbi.

Claro, no dia, tudo muda. E Wes dizia: “Na verdade, isso não funciona aqui”. Então foi tipo, como sempre acontece em “Maze Runner”, aquele calor do momento quando você trabalha com seus impulsos e essas  coisas. Foi uma coisa divertida de se filmar – bastante cansativo, no meio da noite, também tive de usar lentes de contato horríveis, mas fiquei feliz com isso.

Era para ter acabado daquele jeito, naquela dúvida do que havia acontecido, então, descobrir que Newt foi esfaqueado?

Sim. E eu gosto da forma como acabou, um pouco descuidado também.

Então, por que você está sempre morrendo esfaqueado?  

Eu sei! Você é a primeira pessoa que mencionou isso, e eu também estou bem consciente disso. Parece que estou morrendo muito recentemente, e é tudo de ser esfaqueado.

Sim, “Maze Runner”, “Game of Thrones” e “Godless”. Você está tentando ser o novo Sean Bean com todas as cenas da morte?

Eu não acho que estou bem no seu nível ainda, mas estou trabalhando nisso. Eu sei, até mesmo em Godless, eu estava esperando para ser baleado. E fui esfaqueado.

Eu sei! Muitas pessoas ficaram chateadas quando você morreu.

Eu sempre gosto quando bons personagens morrem. Gostaria de ter pelo menos atirado antes. Como, matar um cara e depois ser morto.

Como ex-membro da Primeira Ordem em “O Despertar da Força”, como você se sente sobre, Kylo Ren (Adam Driver), tomando a frente em “Star Wars”?

Ainda não vi o novo “Star Wars”.

Ah não! Então eu te dei spoiler!

[risos] Não, eu preciso ver isso do mesmo jeito.

Bem, como membro da Primeira Ordem, como você está se sentindo?

Oh sim. Eu sinto que era a chave na narração do último.

Com certeza.

Meus pensamentos são: Porra! É isso mesmo!

Como você acha que é que a cada projeto parece uma reunião de “Game of Thrones”?

Tem sido ótimo para os atores britânicos. Você está prestes a aparecer e acaba de ver pessoas em outros projetos.

Os atores de “Harry Potter” têm texto em curso. Existe um para “Game of Thrones”? 

Não, não existe para “Game of Thrones”. Bem, não que eu esteja envolvido, de qualquer maneira. Existe um para “Maze Runner”.

Sério? 

Sim.

Vocês vão continuar com isso?

Sim, começou no mesmo filme e são as mesmas falas.

Quem é pior: Mindinho [LittleFinger] ou Janson?

Ooh. Eles são muito parecidos, na verdade. Ambos bastante coniventes, bastante traiçoeiros. Eu acho que o Mindinho é mais, então eu diria ele provavelmente. Ele é muito pouco confiável, mas o Aidan Gillen sabe melhor.

Tradução & Adaptação: Thomas Sangster Brasil

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Thomas Brodie-Sangster fala sobre a sua aparição em “Star Wars: O Despertar da Força”
27.01.2018

Os espectadores de olhos agudos perceberam a aparição da estrela em  Star Wars: O Despertar da Força  – o oficial da Primeira Ordem dizendo, “Temos uma partida não autorizada na Baía 2.”

Petty Officer Thanisson é Thomas Brodie-Sangster , o  adorável filho Sam de Simplesmente Amor, Jojen Reed em  Game of Thrones  e Newt em Maze Runner. O esforço de Thanisson é impedir que os heróis Poe e Finn escapem através do Caça TIE.

“Eu continuo dizendo que eu sempre quis fazer um vilão. E isso conta”, diz Brodie-Sangster, agora com 27 anos e aparecendo no terceiro Maze Runner: A Cura Mortal (agora nos cinemas).

Brodie-Sangster diz que recebeu uma chamada tarde da noite sobre “O Despertar da Força” da sua agente. O fã agarrou a oportunidade.

“Eles disseram: “É um pouco estranho. Há uma parte em Star Wars , começa a filmar na próxima semana, nós realmente não sabemos muito sobre isso. Mas pode ser um vilão e nós pensamos que há uma fala. Você topa?” Lembra Brodie-Sangster. “E eu estava como, ‘Hum, Sim! É Star Wars!’ É uma coisa de infância a menos da lista. Imediatamente sim. Claro.”

O incrível carro principal da Primeira Ordem, sob o diretor JJ Abrams e a roupa preta da Primeira Ordem – ajustada e adaptada às suas especificações exatas – tornou ainda melhor do que ele esperava.

“O nível que eles atravessam é simplesmente incrível. Foi muito sinistro, caminhar naquele ambiente limpo e estéril me senti como um destruidor de estrelas”, diz Brodie-Sangster. “Foi muito especial.”

O ator brinca que Thanisson tinha mesmo uma história anterior (“é muito complicado”), o oficial não recebeu uma chamada para uma aparição repetida em Star Wars: Os Últimos Jedi.

“Eu adoraria ter voltado para fazer. Mas não eles nunca ligaram”, diz Brodie-Sangster.

 

Tradução & Adaptação: Thomas Sangster Brasil

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Thomas Sangster, Dylan O’Brien & Kaya Scodelario em entrevista com o site Independent
27.01.2018

Em entrevista com o site Independent, Thomas Sangster, Kaya Scodelario & Dylan O’Brien  Dexter Darden falam sobre fãs, franquias jovem-adulta e o grande impacto dos jovens na sociedade. Confira a tradução pela nossa equipe —

Estávamos tão preocupados quando soubemos que seríamos publicados como elenco“, confessa Scodelario. “Eu tinha ouvido histórias de outras pessoas, que se eles tivessem feito uma adaptação do livro, então os fãs estariam como ‘Não, você não é o que imaginamos e estamos infelizes’. Mas eles nunca foram assim. Eles foram tão solidários desde o primeiro dia.”

Um relacionamento harmonioso que ela atribui parcialmente ao diretor Wes Ball, que tomou a liderança nos três filmes; Ele foi o único que assegurou que os fãs fossem regularmente atualizados ao longo do caminho e que fossem os mais inclusos possíveis, desde imagens de novos locais até as mais recentes notícias.

Realmente sentiu como se fossem uma parte desses filmes“, ela acrescenta. “Eles nos ajudaram a construí-lo no que é agora… eles sentem que eles são parte de nossa família.”

A franquia Maze Runner está ligada aos fãs em um nível significativo, evidente pela forma como O’Brien descreve suas interações com os fãs. “Às vezes você esquece que você pode realmente ser algo importante na vida de alguém em algum lugar”, ele acredita. “Isso sempre é realmente incrível para mim quando vejo isso, ou sentir isso de um fã. Às vezes, é realmente poderoso.”

O que se torna rapidamente evidente ao conversar com os três atores, no entanto, é que o motivo do sucesso de Maze Runner não é extremamente claro. O que exatamente lhe deu o poder duradouro para ultrapassar tantas outras franquias jovem-adultas que fracassaram? Por que tem sido dada a graça de concluir seu enredo, naturalmente, na tela grande?

Para Brodie-Sangster, a explicação mais simples que ele pode oferecer é em seus personagens: indivíduos fundados o suficiente na realidade, genuínos o suficiente em seus relacionamentos, para se sentir realmente confiáveis ​​para o público mais jovem – “o aspecto humano”, como ele descreve. Para ele, as pessoas estão no seu mais humano quando colocadas nas situações mais difíceis. “Quando você tira de volta e você destrói o mundo, isso leva você de volta ao que é realmente importante na vida”, ele observa.

Se a destruição final é a chave para a verdade suprema, então não é de admirar que o conceito do apocalipse remonta ao início da história. O’Brien ainda observa que o foco do gênero jovem-adulto em cenários de fim de mundo chegou em ponto oportuno marcando duas grandes previsões do dia do juízo final: o final do calendário maya de Y2K e 2012.

Com tantos livros de fontes para essas franquias jovem-adulto escritas no início dos anos 2000, e seus equivalentes de filmes que chegam no final de 2012, todos clicam no lugar: o mundo não foi destruído, mas o fardo do medo é passado para a próxima geração. E com o rápido avanço das mudanças climáticas e as tensões internacionais dominando as manchetes, como esse medo pode não se sentir tão perto de casa?

Scodelario, no entanto, oferece um ponto de vista alternativo. Podemos ter sempre uma obsessão com visões futuristas, de Metropolis a Philip K. Dick, mas essas promessas só podem ser mais intrigantes para as gerações mais novas.

Eles vêem esse mundo tão distante”, explica. “Ainda está lá para explorar. E é excitante. Acho que agora, aos 25 anos, estou chegando a esse estágio onde eu acho: “Oh, isso é exatamente como é o mundo”. E sinto falta desse entusiasmo, mas também a sensação de exploração que você tem quando é jovem, quando pensa que pode fazer a diferença. E você pensa que pode fazer do mundo um lugar melhor.”

Essa curiosidade, de fato, foi particularmente bem capturada pela franquia de Maze Runner e seus ambientes extensivos: sua primeira parcela aberta na Clareira, um vasto espaço de vegetação que abrigava um acampamento de jovens, todos rodeados por um labirinto constantemente mudando com muros de 200 pés.

Em A Prova de Fogo, nossos heróis haviam escapado, descobrindo o deserto que representa o que resta do mundo real. Em A Cura Mortal, eles agora vêm na última cidade em busca de resgatar Minho (Ki Hong Lee), suas torres adornadas com aço e vidro, luzes de néon e minimalismo rígido.

No entanto, Scodelario também toca algo além da curiosidade: a esperança. Este é um gênero que, uma e outra vez, vê jovens adultos finalmente se apropriarem de si mesmos e de seus próprios destinos.

A distópica ficção-científica e jovem-adulta é dominada por temas de uma geração mais velha que exploram os jovens: nas arenas dos Jogos Vorazes, os jovens derramam seu sangue para distrair o mundo de suas próprias misérias. Nos filmes de Maze Runner , os jovens são reduzidos a espécimes, experimentados pela organização CRUEL em suas esperanças de encontrar a cura para um vírus devastador.

Quando você é adolescente, você sabe, é a primeira vez que você faz perguntas“, acrescenta Brodie-Sangster. “É a primeira vez que você começa a pensar por si mesmo. Até esse ponto você realmente apenas ouviu seus pais e seus professores, e para pessoas que são mais velhas do que você. É a primeira vez que você realmente questiona qualquer tipo de autoridade e começa a fazer sua própria mente. E há algo bastante assustador, alienante, mas também capacitador sobre isso.”

Para todas as qualidades do dia do juízo do gênero jovem-adulto, a mensagem final da franquia Maze Runner é que os jovens têm a capacidade de agir e ter agência, mesmo nas circunstâncias mais opressivas.

Isso dá esperança a essa geração“, diz Scodelario. “E há algo maravilhoso em saber que, como sociedade, progredimos e crescemos, e cada geração que vem e cada diferença que as define. E eu acho que todos nós queremos ser a geração que, em última análise, faz o bem, e isso muda o mundo, e isso torna um lugar melhor para viver. Sua voz pode ser ouvida e, se você fala o suficiente, alguém pode muito bem ouvir e você pode realmente fazer essa mudança.”

Ela acrescenta que os filmes vêem os jovens “Levando a situação a seu próprio controle e suas próprias mãos, o que é uma coisa realmente valente a fazer, porque lhe disseram que na sociedade que as pessoas antes de você conhece muio mais e tiveram mais experiência , e você tem que seguir sua liderança. E esses filmes são um pouco mais sobre levar esse poder de volta. E esculpir seu próprio caminho.”

O’Brien concorda com o sentimento. Para ele, “Os jovens são sempre o futuro. E acho que dependendo do tempo em que você está, o clima que você está enfrentando atualmente, os jovens podem ser as pessoas mais importantes da Terra e acho que agora é um exemplo disso, de certa forma. São tudo o que vai formar o futuro da humanidade. Então, é interessante quando você está tentando mudar radicalmente as coisas, isso abrange as gerações, acho que os jovens desempenham um papel importante nisso, obviamente.”

Existe uma tendência para não interrogar as modas. Para vê-los como a produção sem sentido de uma busca com fins lucrativos. No entanto, as coisas nunca acontecem sem razão, e ver a popularidade sustentada da franquia Maze Runner é começar a entender a atração da distopia jovem-adulta em primeiro lugar.

Isso é claro, da maneira como as estrelas desses filmes falam sobre a paixão canalizada neles, o claro desejo de criar conexões significativas com o público. Não é de admirar, então, que a perspectiva de todo o final da experiência Maze Runner é um pouco assustadora para cada um deles.

Você cresce muito perto dessas pessoas, você se aproxima do personagem, você se aproxima de tudo“, reflete O’Brien. É difícil, mas essas memórias são construídas para durar.

Eu acho que porque temos confiança nos nossos relacionamentos uns com os outros, sabemos que isso não irá sumir“, diz Brodie-Sangster. “Nós nos veremos novamente, talvez não dentro de um ambiente de trabalho. Mas não há como negar que é uma coisa divertida ir trabalhar com seus amigos.”

 

Tradução & Adaptação: Thomas Sangster Brasil

Notícia publicada por admin nas categorias Cura Mortal, Entrevista, Maze Runner, Thomas Sangster
Thomas Sangster, Kaya Scodelario, Dylan O’Brien & Dexter Darden dizem adeus à franquia “Maze Runner”
26.01.2018

Em entrevista com a Teen Vogue, Thomas Sangster, Kaya Scodelario, Dylan O’Brien & Dexter Darden falam sobre o fim da franquia, seus personagens e as amizades que construíram ao longo dos anos. Confira —

Alerta de SPOILER!

Então, está aqui: o último filme Maze Runner. Como vocês se sentem?

Dylan O’Brien: Nada. Eu não sinto nada, em geral. Veja, esfaqueie minha mão. [Risos]

Dexter Darden: Parece ótimo. Nós filmamos está jornada por cinco anos e nos juntar novamente e ser capaz de terminar esse último capítulo foi incrível. É muito raro você ter uma experiência como essa nessa indústria. Sinto que estamos constantemente agradecidos por isso. Eu me sinto como o cara mais sortudo do mundo. Todos somos tão sortudos por ter aproveitado esta oportunidade e ter essa experiência e nos conhecer, ter esses três filmes com os quais todos estamos orgulhosos.

Fazer o filme o fez se sentirem diferentes, sabendo que esse era o último?

Kaya Scodelario: Ainda não me parece o último, até agora. Eu acho que será literalmente quando tivermos feito a última estréia e quando todos nós estivermos indo em aviões diferentes que realmente vai me cair a ficha. Mas nós nos veremos novamente em alguns meses.

Dylan O’Brien: Nos vemos com frequência. Tem sido um momento contínuo de amor e energia nos últimos cinco anos, então não sei se realmente se sente que é o último. Mas acho que talvez indo para o tapete vermelho e assistindo a screening.

Qual é a experiência de ver o filme na tela, dado que há tantos efeitos especiais e acrobacias adicionados após a filmagem?

Kaya Scodelario: Eu acho que temos sorte com Wes [Ball, o diretor], onde ele garante que, quando vamos no set, nós sabemos o que ele vai construir. E, às vezes, ele mesmo desenhava algo ou ele explicava a cena em dois segundos porque ele podia ver isso em sua mente. E isso é realmente útil. Eu acho, especialmente para mim, porque nunca trabalhei com tela verde ou algo assim antes e eu estava aterrorizada com isso. Ele realmente me ajudou a saber como ficaria tudo no final. Ele literalmente gritava: “Há um edifício que desabará em você!”

Dexter Darden: E ele trabalha muito para colocar tudo no lugar – especialmente o labirinto no primeiro [filme]. Tínhamos portas que se moviam e todos esses tipos de coisas.

Kaya Scodelario: As portas móveis eram legais.

Dylan O’Brien: É uma das partes mais divertidas sobre ver tudo no final. Especialmente neste terceiro também, eu sinto que o alcance é tão grande neste. Quero dizer, é uma cidade inteira que se mostra bem e não a percebemos há tanto tempo… Há tantas coisas neste que me surpreendi ao ver como elas preenchiam tudo. Barcos grandes e grandes.

Dado que os filmes são baseados em livros, os fãs têm uma ideia do que esperar. Mas eles ainda querem se surpreender. O que você acha que eles serão surpreendidos quando assistirem ao filme?

Kaya Scodelario: Todos nós morremos.

Dylan O’Brien: Toda a carnificina, carnificina pura.

Thomas Brodie-Sangster: Eu apenas peço aos amantes do livro e frequentadores de filmes em geral que tenham a mente aberta, deixem de lado o fato de que os livros são livros e o que os torna especiais é muito diferente do que faz o filme especial, a seu modo. São dois meios muito diferentes que requerem diferentes abordagens.

Nós tomamos o que é verdadeiro sobre os livros e o lançamos e o transformamos para se adequar à produção de filmes, mas ainda aguentando a sensação dos filmes que criamos até agora. Ainda assim, parece muito um filme de Maze Runner, mas estamos fazendo do nosso próprio jeito, como fizemos com os dois primeiros filme. Eu peço para as pessoas irem com uma mente aberta e, com sorte, aproveitar a experiência cinematográfica.

Você verifica as reações do Twitter à medida que as pessoas vêem o filme e entram em seus comentários?

Kaya Scodelario: Eu tenho medo disso. [Para Dexter] Você faz isso, certo? Você sabe o que eles estão dizendo.

Dexter Darden: Você é inundado com tweets e posts do Instagram. O fandom de Maze Runner fandom é definitivamente uma coisa. Eles adoram os livros e adoram os personagens e adoram os filmes. Como Thomas disse, tente ir com a diferenciação dos dois. Mas os fãs são tão solidários e eles não fizeram nada além de mostrar amor por esses filmes e esperamos que isso continue no terceiro.

Dylan O’Brien: Eu lembro de ter visto algumas das reações do trailer [no YouTube], essas foram super engraçadas. Eu assisti um que Wes, eu acho, retweetou ou algo assim. E então me fez assistir vários.

Dexter Darden: Há uma compilação, sim.

Os vídeos de pessoas que se gravam assistindo…?

Dylan O’Brien: Observando o trailer, sim, o que sempre achei estranho. Mas foi muito divertido assistir realmente, especialmente quando você pode dizer que são reações tão genuínas, é quando é bom.

Kaya e Thomas, vocês dois disseram adeus no final quando seus personagens morrem. Como foi isso?

Dexter Darden: [Brinca] Do que você está falando? Não, eles não morrem.

Desculpe, dei spoiler.

Dylan O’Brien: Isso vai contra tudo o que…

Kaya Scodelario: É legal. Eu não acho que já morri na tela antes. Eu acho que é a minha primeira vez.

Dexter Darden: Thomas, acho que você morreu em tudo o que eu já vi.

Thomas Brodie-Sangster: Sim, eu sou esfaqueado o tempo todo.

Kaya Scodelario: Eu achei muito legal. Foi também, para mim, um pouco de truques, o que é legal. Desde que tive o meu bebê, eu estava realmente nervosa sobre se eu me sentiria corajosa o suficiente para fazer coisas assim e estou muito feliz que eu fiz, meio que superou o medo disso. Fazer uma queda total, foi legal para mim. [Mas] parece tão grande, foi tão bem coordenado. Parece bom no filme?

Dylan O’Brien: O fogo e o seu rosto… O fato de você ainda ser capaz de [estar] na cena ao fazer isso é incrível.

Kaya Scodelario: Mas também é, penso do ponto de vista do personagem, uma maneira realmente agradável de terminar isso. [Caso contrário] você pensa: “Oh Deus, eles vão fazer outro? É por isso que eles ainda estão aqui?” Eu realmente gosto disso com Teresa, há um nascimento, um meio e um fim para ela. Eu realmente gosto daquilo.

A ação e as acrobacias neste filme são realmente ininterruptas. Como era se preparar para isso?

Dexter Darden: Trabalhamos com uma incrível equipe e coordenadora de dublês que fez tudo de Mad Max até Esquadrão Suicída e assim por diante. Ele se certificou de que estávamos todos muito seguros e muito conscientes, sabendo o que fazemos e como fazemos isso. Os dublês são sempre uma parte muito divertida sobre isso. Você quer ter certeza de que você pode se divertir e fazê-lo com segurança. Quando você está fugindo de explosões, você quer se certificar de que você sabe onde tudo vai ser para que você ainda possa fazer seu trabalho ao máximo de sua capacidade. E também poder fazê-lo parecer bom. Dublês e ação são parte do que Maze Runner e é [algo] que Wes ama tanto. O que queríamos fazer com o terceiro é manter essa energia e garantir que todos estejam à beira de seus assentos.

Sinto que vocês merecem um filme filmado de um sofá depois disso. Filme um vídeo de reação, chame de filme.

Dexter Darden: Exatamente. E com as cenas da morte também, estávamos falando sobre isso antes. Perdemos muitas pessoas ao longo do caminho nos filmes. É tão divertido atirar com amigos. Lembro-me quando Winston morreu em Prova de Fogo, foi difícil para nós porque queríamos [Alexander Flores] ficar e estar lá para filmar.

Dylan O’Brien: E nós o fizemos!

Dexter Darden: Nós o fizemos ficar por mais um mês, literalmente, durante o Dia de Ação de Graças e saiu do hotel.

Kaya Scodelario: Você está certo, isso foi muito triste. Lembro-me dele morrendo na cena e sendo como, “Ah, merda. Você está bem?”

Dexter Darden: Sim, lágrimas reais… Você sabe, nós fizemos um acordo com Wes e ficamos tipo “Essas duas pessoas não podem morrer até a última semana para que a gente seja capaz de-”

Dylan O’Brien: Oh, neste? Sim, nós dissemos: “É tão cedo, Wes, eles devem estar lá o tempo todo”. Caso ocorra alguma coisa nas duas primeiras semanas.

Dexter Darden: Porque é como perder um membro da família.

Sinto que a primeira morte neste filme chegou muito tarde no jogo. Eu estava tipo “Espere um segundo, ninguém morreu ainda, isso parece…”

Dylan O’Brien: E então é uma investida. Foi uma carnificina.

Se você pudesse voltar no tempo e conversar com você mesmo enquanto está começando esta série, qual conselho você se daria?

Kaya Scodelario: Para aproveitar esse primeiro verão, a cada segundo, porque nunca mais será assim. Gostaria de poder reviver esse verão tanto.

Thomas Brodie-Sangster: O que, o primeiro filme?

Kaya Scodelario: Sim, Louisiana. Provavelmente o momento mais feliz da minha vida. Eu tiraria mais fotos, para nós. Porque não tínhamos muitas fotos pessoais disso.

Dylan O’Brien: Sinto que estávamos tão no momento. Todos nós encharcamos esse tempo, sinto-me o máximo que puder. Todas as memórias que temos, todas as pequenas fotos e vídeos clássicos, todos nós apreciamos tanto.

Dexter Darden: Isso está exatamente certo. Quando você começa um filme há cinco anos e você acaba criando a família que criamos… Apenas para voltar e apreciá-lo e voltá-lo a viver e poder aproveitar o momento. Porque acho que todos nós fizemos, e é por isso que estamos tão perto.

Kaya Scodelario: É como se estivéssemos apaixonados um pelo outro, era tão estranho. Como, “Isso é legal, sim eu gosto de você”. E cresceu e cresceu e cresceu.

Dexter Darden: E mesmo em Prova de Fogo A Cura Mortal continuou. Coisas como fazer Alex ficar um mês depois que ele morreu ou… estar na África do Sul juntos – você viaja e cria uma família – isso cria uma grande parte do que são os filmes.

Há algo que você aprendeu sobre seus personagens que o surpreenderam, filmando o terceiro filme?

Kaya Scodelario: Gosto que Wes teve essa ótima ideia de que Teresa deveria começar a se vestir um pouco como Ava Paige. Eu pensei que isso era interessante porque, no começo, eu era como, “Não, ela tem que ser completamente independente. Ela é sempre sobre sua jornada e sua missão e por que ela de repente quer se vestir como esta mulher?” E quanto mais discutimos, achei muito interessante acrescentar essa camada de vulnerabilidade a ela, que ela ainda é uma jovem que é ambiciosa e talvez nem perceba que ela está começando a usar saltos e seus cabelos. Essa é uma vulnerabilidade tão honesta que ela pode ser insana e difícil, mas, ao mesmo tempo, há uma parte dela que quer se encaixar e quer ser levada a sério nesse mundo.

Thomas Brodie-Sangster: Eu acho que ele era um pouco mais sensível do que eu pensei que ele era. No primeiro filme, foi um pouco como alívio leve e o personagem fácil, ele tem controle, mas é feito de maneira amigável. Ele é um bom amigo, mas acho que ele está meio doendo por dentro.

Dexter Darden: Isso foi profundo.

Dylan O’Brien: Thomas tem novos sapatos. [Risos] Eu notei que minhas botas eram diferentes, eu estava tipo, “Legal”.

Sinto que ele merece esse desenvolvimento.

Dylan O’Brien: Definitivamente, depois do que passou. Sim, eles eram realmente muito mais confortáveis.

Kaya Scodelario: Lembro-me do dia em que você estava, “Pessoal, essas botas são muito melhores. Podemos correr.”

Dylan O’Brien: Foi fantástico.

Dexter Darden: Lealdade, para mim. Eu acho que permaneço leal a Thomas e seguindo essa irmandade. Eu acho que você também pode ver um pouco no terceiro filme, como chegamos tão longe da Clareira.

Vocês têm uma memória favorita da filmagem desse filme?

Dylan O’Brien: Sempre nos perguntam isso e, em seguida, e nós damos aquela mesma resposta esfarrapada e não conseguimos lembrar. Temos tantas lembranças, temos tantas histórias.

Kaya Scodelario: E então nós formos sair vamos estar tipo, “Aquele tempo foi incrível.”

Dexter Darden: “Devemos falar sobre isso”. Mas acho que isso também é o ponto culminante disso, estar juntos e criar essa família. Este vínculo é o meu favorito para ser honesto.

Kaya Scodelario: Nós não fizemos uma leitura desta vez?

Dylan O’Brien: Não. Foi quando estávamos falando sobre o script.

Kaya Scodelario: Ah, sim, fomos e nos sentamos no quarto e nos ferramos por algumas horas.

Dexter Darden:  Que piada.

Dylan O’Brien: E então Wes… fez toda a coisa.

Dexter Darden: O barco foi bom, quando todos fomos no barco.

Kaya Scodelario: Sim, fizemos uma viagem de catamarã.

Dylan O’Brien: Estou tentando descobrir o que estávamos falando.

Thomas Brodie-Sangster: Não consigo me lembrar.

Dylan O’Brien: Voltamos e dissemos: “Ah, é isso que devemos contar”.

Thomas Brodie-Sangster: Eu sei, lembro-me de dizer isso.

Dylan O’Brien: Eu sabia que isso aconteceria. Oh, eu lembro o que foi: Bem, é nossa banda, tocando a banda. Mas não, a festa…

Kaya Scodelario: Você deu uma festa?

Dylan O’Brien: Sim, a festa no nosso lugar na qual passamos três meses e iríamos todos os domingos. Acabamos ficando muito perto com os caras que trabalharam lá e saiamos todos os fins de semana, tocando música neste lugar, e eles acabaram nos deixando dar uma festa lá.

Kaya Scodelario: Churrasco grelhado.

Dylan O’Brien: Sim, a antiga salmoura sul-africana lá fora com um monte de pessoas da tripulação. Nós tocamos música, saímos juntos, foi legal.

Existe um último desejo, de sorte, que você espera que os fãs conheçam o filme?

Kaya Scodelario: Eu acho, obrigado aos fãs, os que estiveram lá desde que fomos divulgados ao todo como o elenco. Eu lembro do Wes anunciando o elenco no Twitter. Ele sempre quis que os fãs fizessem parte disso. Sempre que tivéssemos uma nova localização, ele tweetava. Ele realmente os manteve incluídos e também este [filme] para mim, é um agradecimento para eles por isso. Nós lhes demos as respostas que eles queriam … talvez não sejam aqueles que eles queriam, mas… será respondido. Obrigado a eles.

Dylan O’Brien: Sim, são a razão pela qual fizemos os três filmes… São cinco anos juntos. Nós realmente gostamos de fazê-los, também, por isso foi um prazer para nós.

Se a 10 anos depois, vocês tivessem a chance de fazer um quarto filme, vocês fariam?

Kaya Scodelario: Em 10 anos?

Dylan O’Brien: Absolutamente não. E vocês?

Thomas Brodie-Sangster: Depende de quanto dinheiro eles estariam dispostos a pagar.

Kaya Scodelario: Se eles fizerem uma festa, então sim.

Tradução & Adaptação: Thomas Sangster Brasil

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Thomas Sangster comparece na premiere de “A Cura Mortal” em Londres
23.01.2018

Nesta segunda feira (22) aconteceu a premiere de “The Maze Runner: A Cura Mortal” em Londres. E Thomas Brodie-Sansgter dividiu o tapete vermelho do evento ao lado de Kaya Scodelario, Dylan O’Brien, Will Poulter & Wes Ball. E é claro que a nossa equipe não deixou de fazer a cobertura nas redes sociais – Twitter.

Maze Runner – A Cura Mortal estreia dia 25 de Janeiro nos cinemas brasileiros.

Confira abaixo entrevistas e fotos de Thomas Sangster na premiere:

  • Thomas Brodie-Sangster para a HeyUGuys

  • Thomas Brodie-Sangster em entrevista com The Upcoming

Confira abaixo algumas fotos do evento:

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